terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Criminalista Roberto Parentoni será o Assistente de Acusação no processo que apura a morte de torcedor palmeirense

Criminalista Roberto Parentoni será o Assistente de Acusação no processo que apura a morte de torcedor palmeirense

Advogado já atuou em vários casos de repercussão nacional

O advogado criminalista Roberto Parentoni será o Assistente de Acusação no processo que apura as circunstâncias da morte do torcedor palmeirense Cláudio Fernando Mendes Cardoso de Moraes, conhecido pelos amigos como “Dudu da Mancha Verde”. Ele foi vitima de uma briga com torcedores do Santos F.C., ocorrida na estação Jardim Romano da CPTM, na região da Zona Leste de SP, após o primeiro jogo da final do Campeonato Paulista de 2015 realizado no Parque Antártica, em São Paulo. “Hoje, dia 19/02, será realizada a Sessão Plenária no 4º Tribunal do Júri da Capital (Barra Funda) com início às 12h30, explica Parentoni. 

Na ocasião, esclarece o advogado, serão ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa, além do acusado como responsável pelo crime. 

Parentoni, advogado experiente, sobretudo em tribunal de júri, já atuou em diversos casos de repercussão nacional e sua participação agora, como Assistente de Acusação no caso da morte de “Dudu da Macha Verde”, acontece à pedido da família da vítima.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O ESTADO DE SP TEM 139 CURSOS DE DIREITO, E AI? - Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

O ESTADO DE SP TEM 139 CURSOS DE DIREITO, E AI?
Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista
Desse total, apenas 22 têm o selo de Qualidade da OAB, que serve como um farol para os estudantes interessados no exercício da advocacia. Sem pensar em considerações complexas e me atendo apenas ao resultado frio de uma conta simples de subtração, temos 117 instituições que não atendem as exigências de ensino do Direito.
Esta deficiência, aliás, é nítida nos Exames da Ordem, onde o número de aprovações comparado ao número de inscritos é baixíssimo.
Com muito esforço, alguns bacharéis, oriundos destas faculdades sem selo, conseguem passar pelo Exame e obter a desejada “carteira de advogado”, mas percebe-se claramente que o desenvolvimento de sua vida profissional, que já não fácil nem para os que se formam nas denominadas “Top Ten” do mercado, será sempre muito, muito difícil.
Contundo, com esforço redobrado e estudos contínuos, podem também chegar lá. E espero que cheguem!
Este cenário não é novo, está há muitos anos montado e encenando sem parar, como uma linha de produção ininterrupta, o mesmo espetáculo triste, de bacharéis sem “carteirinha” e sem rumo! A pergunta da platéia é a de sempre: De quem é a culpa? Ou, se preferirem em termo mais ameno, “de quem é a responsabilidade?”.
Dos estudantes, que aos 16/17 anos deixam o ensino médio e precisam escolher no afogadilho uma profissão para sustentar as suas vidas?; do MEC, que autoriza o funcionamento de faculdades caça níqueis?; ou, da OAB, que com a sua autoridade e credibilidade poderia fazer muito mais do que oferecer um mero selo aprobatório de qualidade?
Em minha avaliação os estudantes, a maioria imaturos nessa fase da vida, são vítimas da urgência em ter uma profissão; da capacidade financeira de suas famílias; dos critérios de avaliação e fiscalização do MEC; da postura de Pilatos, que a nossa entidade assume quando este tema bate à sua porta.
Este quadro precisa mudar, urgentemente!
Existem sugestões, algumas simplistas, como a extinção pura e simples do Exame da Ordem. Esta eu descarto de imediato. Entendo que o Exame se necessário, sobretudo diante da responsabilidade que o cliente, não raro, entrega ao advogado. Muitas vezes, a sua manutenção de sua própria liberdade. É de bom alvitre separar o joio do trigo. Vale lembrar que o joio pode também ter sido produzido numa Top Tem. Por que não?
A OAB deveria se aproximar do MEC e juntos estabelecer critérios para abertura e manutenção destes cursos. Não sei se já existe algo neste sentido, porém, se existe não está funcionando. Não quero esticar demais o texto sobre este tema, que apenas levantei para podermos refletir e discutir a respeito. Devem existir boas ideias para solucionar este problema e impedir a frustração de conviver com um diploma profissional sem utilidade.
Fraterno abraço
Roberto Parentoni, Advogado
Movimento #AdvocaciaRaiz

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

POR UMA OAB/SP QUE TRABALHE PARA TODOS - Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

POR UMA OAB/SP QUE TRABALHE PARA TODOS

Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista
 
Dias desses refletia sobre as origens profissionais dos últimos dirigentes da OAB/SP e a composição do mercado de Advocacia no Estado.

Cheguei à conclusão de que os dirigentes, não raro, são oriundos das grandes bancas, porém eleitos com votos dos pequenos e médios escritórios, que representam a maioria da Advocacia paulista.

Resumindo, a base e o meio da pirâmide é que sustentam o topo.

Depois fiquei a pensar no grau de semelhanças dos problemas e necessidades dos grandes escritórios com os enfrentados pelos pequenos e médios e conclui que é pouca ou quase nenhuma.

Ou seja, nos últimos anos elegemos para dirigir a nossa entidade colegas que vivenciam um cotidiano profissional totalmente distante da realidade da maioria dos Advogados e Advogadas do Estado.

Por isso o vácuo gigantesco entre a presidência e os associados. Dai as reclamações, os descontentamento e desilusões de muitos colegas Advogados e Advogadas.

Imagino que a entidade “ideal” deve ter uma composição equilibrada de dirigentes, que represente todos os segmentos da Advocacia, um retrato minimamente fiel à realidade do mercado.

Este equilíbrio hoje inexiste e seguirá inexistindo se elegermos o mesmo grupo que há anos está no comando. Vocês já devem ter reparado que é sempre mais do mesmo. Os mesmos problemas sem solução; as mesmas necessidades não atendidas.

Este continuísmo, que representa o atraso, precisa cessar. Os pequenos e médios escritórios da Capital e do Interior, conforme frisei, formam a maioria da Advocacia de São Paulo e podem, com o seu voto, mudar este quadro de uma vez por todas.

A Advocacia de São Paulo precisa de dirigentes que enxerguem o todo e perceba tanto as diferenças como as necessidades de seus associados e se esforcem para fazer uma administração atenta, aberta e participativa.


Fraterno abraço

Roberto Parentoni, Advogado
Movimento #AdvocaciaRaiz

TECNOLOGIA É UM TEMA IMPORTANTE PARA A ADVOCACIA - Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

TECNOLOGIA É UM TEMA IMPORTANTE PARA A ADVOCACIA

Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

A modernidade chegou à Advocacia. E não estou falando de hardware, os populares laptops e desktops da vida que se tornaram imprescindíveis em qualquer escritório, mas de softwares, de inteligência artificial, máquinas que prometem transformar o dia-a-dia dos profissionais do direito.
Alguns colegas jamais imaginaram esta possibilidade; outros, que demoraria a chegar ao mercado brasileiro. Pois bem, estas “geringonças pra lá de modernas” existem e já estão funcionando por aqui.
Como mencionei em posts anteriores, nas minhas andanças pelo Interior e periferia de São Paulo, tenho o hábito de visitar os escritórios dos colegas, Advogados e Advogadas veteranos e jovens, para falar da nossa profissão, dos seus problemas e suas perspectivas.
Percebo em alguns, sobretudo nos “mais veteranos”, certa dificuldade em entender e lidar com as novidades tecnológicas que estão chegando. Por outro lado, nos mais jovens, observo que a facilidade de entendimento e prática com o novo é inibida pela escassez de recursos financeiros.
Esta situação é deverás preocupante.
Infelizmente, a tecnologia está se tornando um diferencial importante na concorrência entre os escritórios de Advocacia. Os maiores, com suas carteiras recheadas de grandes clientes, é claro, andam ao lado do desenvolvimento e incorporam à suas atividades, quase que de imediato, toda e qualquer novidade.
Esta modernidade, que responde à agilidade e produtividade, demora a chegar – e por vezes nem chega – aos pequenos e médios escritórios. O talento e a experiência correm riscos!
Neste cenário, em meu ver tão assustador quanto complexo, a OAB/SP pode e deve atuar para mitigar danos e impor algum tipo de equilíbrio. Não, não estou pensando em nenhum tipo de cerceamento, pelo contrário. Acredito que a nossa entidade pode funcionar como um farol e guiar estes colegas, alguns carentes de conhecimento e outros de recursos financeiros, para um patamar mais seguro.
Aquele que permita aos Advogados e Advogadas competir no mercado e sobreviverem do exercício da profissão que escolheram.
Fraterno abraço
Roberto Parentoni, Advogado
Movimento #AdvocaciaRaiz