sábado, 26 de agosto de 2017

Livros de autoria do Advogado Criminalista Dr Roberto Parentoni


Livros de autoria do Advogado Criminalista 

Dr Roberto Parentoni


Advocacia Criminal: A Arte de Defender



São os advogados e advogadas tão importantes para a materialização da Justiça, ordem social, cidadania e democracia quanto os juízes e os promotores de acusação, não havendo qualquer hierarquia entre eles, ou melhor, entre nós.
Aquele que escolhe esta área para atuar deverá sempre ter em mente que estará defendendo a pessoa e seus direitos e não o crime do qual o cliente é acusado. O advogado criminalista é a voz, cabeça e mãos dos direitos que cabem a qualquer pessoa.
Ser advogado criminalista é defender, utilizando a legislação, razões e argumentos, todo cidadão chamado a responder em Juízo por acusação que lhe é feita, devendo este, por poder da nossa Constituição Federal, ser considerado inocente até sentença transitada em julgado.
Ao falar, ao comportar-se, ao agir, ao escrever, ao opinar, ao atuar, não poderá mais portar-se como o estudante que, anos atrás, ingressou nas lidas dos estudos jurídicos em uma Faculdade ou Universidade. Nem mesmo como o mesmo homem.
Aquele que escolhe ser advogado deve saber que a partir do momento em que estiver apto a exercer sua profissão, ou seja, após aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, obrigatório em todo o País, estará imbuído de responsabilidades.
O advogado estará sempre contrariando interesses e expectativas. A seara será um lugar de muita luta. O ambiente será difícil. O espírito do Advogado deverá ser sempre combativo e deverá estar sempre atualizado com as leis vigentes e as notícias em geral.
A profissão de advogado é controvertida. Muitos a elogiam e muitos a condenam. É, porém, a única que consta em nossa Constituição Federal (conforme o art. 133) como um dos pilares da Justiça e indispensável à sua administração.

As Alterações no Processo Penal

Breves Considerações sobre o Processo,Teses e Defesa Penal

Tribunal do Júri, Provas e ProcedimentosLei 11.689/08 - Lei 11.690/08 - Lei 11.719/08

Prática da Advocacia Criminal

Este livro tem o objetivo de levar até os estudantes, bacharéis, recém-formados e advogados a prática da Advocacia Criminal, desde o inquérito policial, quando se inicia a captação de indícios ou provas de um delito, passando pelo Tribunal do Júri, Recursos cabíveis e, por fim, a Execução Penal.


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

ADVOCACIA CRIMINAL: A ARTE DE DEFENDER, de Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

Compartilhando do site da editora – ADVOCACIA CRIMINAL: A ARTE DE DEFENDER, de Roberto Parentoni, Advogado Criminalista, militante desde 1991, o mais novo lançamento do Canal Ciências Criminais está em PRÉ-VENDA com desconto promocional até 30/08/2017.
–> Sumário: https://goo.gl/Fk96NL.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O Advogado Criminalista Dr Roberto Parentoni, palestrou no "V Curso de Promotoras Legais Populares"

Clicks de minha palestra no "V Curso de Promotoras Legais Populares", evento promovido pelo FUSS – Fundo Social de Solidariedade de Suzano e do Serviço de Ação Social e Projetos Especiais – Local: Prédio do SASPE - Serviço de Ação Social e Projetos Especiais – Suzano/SP – Tema: “A Tutela da mulher no Direito Penal” – 08.08.2017 (20h às 22h)
Agradeço o convite da Dra. Sandra Lopes Nogueira e da primeira dama do município de Suzano/SP Dra. Larissa Aschuschi.









quarta-feira, 2 de agosto de 2017

11 DE AGOSTO - DIA DO ADVOGADO, ADVOGADA - Roberto Parentoni - Advogado Criminalista

Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

O dia 11 de agosto, que muitos colegas comemoram como sendo o Dia do Advogado – este datado de 19 de maio, dia de Santo Ivo, o padroeiro – marca, na verdade, a instalação dos cursos jurídicos no Brasil, que completa 190 anos de exercício. Duas escolas de Direito, criadas por lei promulgada pelo imperador D. Pedro I, marcam o início desta longa história: uma foi instalada em Olinda, Pernambuco, e outra em São Paulo.

Nada contra comemorarmos por duas vezes a data, porém me parece relevante saber o que exatamente comemoramos. De qualquer forma, avalio as duas efemérides dignas sim de comemoração, pois trata-se de uma profissão e de profissionais essenciais em qualquer ambiente que se quer civilizado e democrático.

Embora tratando de tema festivo, por razão de bom senso e honestidade não posso deixar de mencionar que os cursos de direito, sobretudo nos últimos anos, surgiram em profusão no nosso País. Muitos deles, infelizmente, não têm a qualidade mínima necessária, o que resulta na formação de profissionais não lá muito bem preparados. E apesar do exame da Ordem, alguns desses conseguem passar pela peneira. A Ordem, pelo poder político que possui e pelo valor que lhe confere a sociedade, tem a obrigação de monitorar estes cursos. O mal se corta pela raiz!

Aliás, por falar em Ordem, urge que desperte e se imponha na defesa de nossas prerrogativas. Vivemos tempos difíceis no exercício da profissão: querem nos calar! Muitos juízes não dão a mínima importância para os advogados, da mesma forma alguns promotores, delegados de polícia e por ai vai…

Calando o advogado não se faz Justiça. Muitos operadores do Direito esquecem ou desconhecem que a advocacia é um preceito constitucional, do artigo 133 da Constituição Federal. Não acredito que alguém que desconheça os preceitos constitucionais possa se considerar um distribuidor verdadeiro de Justiça. Não, não acredito!

Sorte que todo advogado tem ao lado o seu padroeiro, o Santo Ivo, também conhecido como o defensor dos pobres. Do jeito que anda a advocacia, qualquer ajuda vinda do céu será sempre bem recebida. Mas enquanto esta ajuda não chega, nós advogados temos que encarar os desafios da realidade, não sem antes comemorar o 11 de agosto tomando umas e outras no boteco da esquina e aplicando um sonoro “PINDURA”. Esta tradição, criada pelos românticos acadêmicos de Direito de outrora, não pode, de maneira alguma, cair no ostracismo.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Livro “Advocacia Criminal: A Arte de Defender” – Roberto Parentoni, Advogado Criminalista


Por: Roberto Parentoni, Advogado Criminalista
Este é meu terceiro livro “Advocacia Criminal: A Arte de Defender”.  Ele se junta agora aos outros dois que escrevi anteriormente: “Prática da Advocacia Criminal” (2007) e “Alterações no Processo Penal” (2008).
Neste livro foram reunidos vários textos que escrevi e que foram publicados anteriormente em diversas mídias, e tratam de algumas das minhas experiências de vida e nesses 26 anos de militância na Advocacia Criminal, inclusive no Tribunal do Júri, desde 1991. Além disso, são assuntos tratados no nosso curso de Prática da Advocacia Criminal que ministramos regularmente e para o qual convidamos todos a participar.
Além de tudo que foi neste livro considerado, aos iniciantes nessa seara do Direito e a todos que não militam na área, reafirmo, incansavelmente, que na prática, a teoria é outra. Por isso considero que estudar muito para concursos públicos, não passar e pensar “se não conseguir, vou advogar” não é uma boa estratégia.
Espero que tenha sido uma boa leitura, pois o sentimento é o de compartilhar essas experiências, que remetem à prática da advocacia, ao dia-a-dia do advogado, em especial do criminalista, quem sabe colaborando e ajudando a muitos que escolheram esta difícil, mas dignificante, profissão.
Estamos vivendo momentos complicados no Brasil e, para nós Advogados e Advogadas, estes são tempos de esforços redobrados pela manutenção da ordem, do estado democrático de Direito, da Constituição Federal, da Democracia.
Não podemos esmorecer nunca. Os desafios são muitos, sempre. Mas encontramos na Fé, na família, nos amigos, a força necessária para vencer.
Agradeço à minha esposa, Débora, minha colaboradora sempre, aos meus filhos Luca e Bruno, estudantes de Direito, aos Advogados e Advogadas que de uma forma direta ou indireta trabalham comigo e ao Canal Ciências Criminais, na pessoa do Bernardo pela publicação desta obra.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Caim e Abel e o Direito de Defesa - Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

Caim e Abel e o Direito de Defesa  
Roberto Parentoni, Advogado Criminalista

O crime nasceu no primeiro momento da humanidade. Com o homem, surgiu o delito. Os filhos de Adão e Eva foram autor e vítima do primeiro homicídio – Caim matou Abel. Motivo: a inveja, mal secreto, o pior dos pecados capitais. E Deus, antes de punir Caim, assegurou-lhe o direito de defesa (Gênesis, 4, 9 – 10).
Assim, naquela primeira tragédia humana, inaugurou-se o direito de defesa.
Sêneca, três séculos antes de Cristo, já afirmava que ninguém pode ser julgado sem antes ser ouvido.
Todavia, nem sempre se observou este direito natural. A História registra um rol de estúpidas condenações fundadas na vontade absoluta dos que encarnavam o Poder.
Dentre milhares, basta que se recordem dos julgamentos de Sócrates, de Jesus Cristo, de São Sebastião, de Luiz XVI, e dos dolorosos tempos dos “Juízos de Deus” (ordálias), da Inquisição e das execuções pós-revoluções.
Sem o direito de defesa, qualquer julgamento é temerário. Sem este sacrossanto e irrecusável direito não há ordem jurídica, não há vida civilizada, não há segurança, não há paz.