domingo, 6 de maio de 2012

Instituto Brasileiro do Direito de Defesa - IBRADD

- CONVITE - 



Convido os amigos e colegas aqui do Blog para participarem da Sessão Solene em homenagem ao IBRADD-Instituto Brasileiro do Direito de Defesa, que será realizada no salão nobre da Câmara Municipal de São Paulo no próximo dia 31 de maio às 19h00. Conto com a presença de vocês.

Fraternalmente

Roberto Parentoni
www.parentoni.com

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Indicações de Livros para o Tribunal do Júri


Roberto B. Parentoni *
Com militância no Tribunal do Júri desde 1991 e tendo participado de mais de  200 Plenários, destaco alguns  títulos  sobre o assunto, que possuo:
- A Instituição do Júri – Frederico Marques
- Crimes e Criminosos Celebres – Raimundo de Menezes
- Grandezas e Misérias do Júri – José Aleixo Irmão
- O Júri sob todos os aspectos – Roberto Lyra
- Defesas Penais – Romeiro Neto
- Advocacia Criminal – Manoel Pedro Peimentel
- A Revolução das Palavras – Pedro Paulo Filho
- Ensaios sobre a Eloquência Judiciária – Maurice Garçon
- No Plenário do Júri – João Meireles Câmara
- Patologia do Júri – Odélio Bueno de Camargo
- Psicologia Judiciária – Enrico Altavilla
- A Espada de Dâmocles: O Discurso no Júri – Valda O. Fagundes
- A Arte de Acusar – JB Cordeiro Guerra
- O Direito de Defesa – LA Medica
- O Advogado e a Moral – Maurice Garçon
- O Dever do Advogado – Rui Barbosa
- Discursos de Acusação – Henrique Ferri
- Tática e Técnica da Defesa Criminal – Serrano Neves
- Tratado da Prova em Matéria Criminal – Mittermaier
- A Lógica das Provas em Matéria Criminal – Malatesta
- Princípios de Direito Criminal – O Criminoso e o Crime – Ferri
- Dos Delitos e das Penas – Beccaria
- As Misérias do Processo Penal – Carnelutti
- Do Espírito das Leis – Montesquieu
- Discurso do Método/Meditações – Descartes
- O Advogado e a Defesa Oral – Vitorino Prata Castelo Branco
- A Defesa Tem a Palavra – Evandro Lins e Silva
- Defesas que Fiz no Júri – Dante Delmanto
- A Beca Surrada – Alfredo Tranjan
- O Advogado não pede, Advoga – Paulo Lopo Saraiva
- Reminiscências de um Rábula Criminalista – Evaristo de Morais
- A Defesa em Ação – Laércio Pellegrino
- Discursos de Defesa – Henrique Ferri
- Os Grandes Processos do Júri – Carlos de Araújo Lima
- Grandes Advogados, Grandes Julgamentos – Pedro Paulo Filho
- O Advogado no Tribunal do Júri – Vitorino Prata Castelo Branco
- Anatomia do Júri, Nem só a Defesa busca Justiça – José Cândido dos Santos
- Júri – As Linguagens Praticadas no Plenário – Thales Nilo Trein
- Como Julgar, Como Defender, Como Acusar – Roberto Lyra
- Agenda Literária para Júri – Lilia A. Pereira da Silva
- O Delito de Matar – Olavo Oliveira
- Júri – Firmino Whitaker
- Sermões – A Arte da Retórica – Padre Antônio Vieira
- Orações – Marco Túlio Cícero
- Bíblia
-
 * Roberto B. Parentoni - Advogado Criminalista – www.parentoni.com – militante desde 1991, parecerista e autor de livros jurídicos, especialista em Direito e Processo Penal, fundador do IBRADD – Instituto Brasileiro do Direito de Defesa e atual presidente do IDECRIM – Instituto Jurídico Roberto Parentoni – www.idecrim.com.br
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O desarmamento como instrumento ineficaz para conter a criminalidade


Roberto B. Parentoni*
Compartilho artigo escrito pelo Dr. Archimedes Marques, que é  Delegado de Policia no Estado de Sergipe.
“Estamos em verdadeira guerra urbana e social contra a violência diária, contra a marginalidade que cresce assustadoramente, contra a criminalidade que aumenta gradativamente a todo tempo no nosso País.
O Estado protetor, visando resgatar a ordem social ferida mostra-se ineficiente para debelar tão afligente problemática. Ações consideradas miríficas, pirotécnicas, projetos e programas emergentes surgem e insurgem sem atingir os seus reais objetivos.
A população assiste atônita aos remédios e as ações miraculosas que quase sempre restam inócuas. O projeto desarmamento estudado e executado pelo Governo Federal desde 2003 demonstra ser no âmago do seu curso mais uma dessas ações que agem infrutuosamente na tentativa de reduzir a criminalidade no País.
Quando a campanha do desarmamento começou naquele ano as autoridades constituídas apresentaram que o Brasil era detentor de 17 milhões de armas de fogo e que por tal fato gerava-se o alto índice de criminalidade, em especial o número de homicídios, vez que o cidadão em posse de tal arma por qualquer desavença eliminava o seu opositor, ou seja, associaram de maneira simplista a relação entre a criminalidade e posse de arma de fogo, quando na verdade a problemática é muito mais complexa.
Com o passar dos anos os defensores do desarmamento, sempre apresentaram números de redução de homicídios por arma de fogo para sustentarem suas posições esquecendo-se, entretanto, de computar em tais estatísticas os homicídios praticados por outros meios ou instrumentos, ou seja, na verdade houve no País a diminuição dos homicídios provindos de arma de fogo e aumentou o número do mesmo crime por outros meios perpetrados. Deduze-se assim que o cidadão comum por não mais possuir arma de fogo mata de qualquer jeito o seu desafeto. No geral, o índice do crime de homicídio não diminuiu e continua aumentando junto com a população.
Ademais, outros grandes malefícios também não são associados ao desarmamento em tais estatísticas, ou seja, o aumento estúpido do crime de roubo, conhecido popularmente como assalto à mão armada, e o mais grave: o latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Só em São Paulo o número de latrocínios subiu agora mais de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Hoje um cidadão é morto pelo assaltante mesmo sem reagir ao ato só pelo simples fato de estar portando pouco dinheiro.
Os fatos demonstram que os discursos e as noticias desarmamentistas parecem ser apenas meras cortinas de fumaça tendo na linha de frente a diminuição dos homicídios eventuais por desavença perpetrados nas comunidades por via de arma de fogo a querer encobrir o recrudescimento da criminalidade dos outros tipos penais.
O povo vive acuado, desarmado e preso por grades, cercas elétricas, alarmes, nas suas próprias residências e os diversos criminosos andam soltos nas ruas a caça das suas vítimas, aumentando de forma geométrica o número de latrocínios, roubos e sequestros relâmpagos em todos os lugares. A Polícia por mais diligente que seja, em virtude da falta de contingente adequado, de uma maior estrutura e por não ser Onipotente e Onipresente para estar em todos os lugares a todo tempo para evitar o crime não pode ser a única culpada por tal problemática.
É fato presente que o crime organizado, placenta que forma e alimenta o tráfico de drogas, os criminosos perigosos e contumazes, consegue transitar e abastecer a marginalidade com metralhadoras, fuzis, bazucas, granadas, escopetas, pistolas… Tais armamentos provindos de diversas nacionalidades ingressam pelas nossas gigantescas e mal guarnecidas fronteiras e chegam às mãos das facções criminosas, quadrilhas ou criminosos diversos de maneira inexplicável.
Atacam-se carros blindados com armamento pesado e potente, derrubam-se helicóptero com tiros de fuzis ou metralhadoras antiaéreas, inúmeros assaltos se valem de armas de guerra no País inteiro, policiais são frequentemente mortos no labor das suas funções por criminosos possuidores de armas poderosas adquiridas no câmbio negro do crime organizado.
O cidadão nas ruas literalmente virou um alvo em determinados locais. Um alvo que tem que ser um maratonista, velocista, contorcionista, trapezista e até mágico para se esquivar das balas perdidas. Um alvo que tem que optar por dar apoio aos traficantes de drogas sob pena de morte. Um alvo no seu veículo ultrapassando os sinais de transito e recebendo multas para não ser seqüestrado ou assaltado e morto. Um alvo desarmado sem direito a defesa própria contra o marginal sempre bem armado. Um alvo que tem que contratar segurança particular. Um alvo que ainda tem que agradecer ao criminoso por apenas lhe levar seus bens materiais. Um alvo esperando sempre que apareça algum policial para lhe salvar.
A Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, mais conhecida como o ESTATUTO DO DESARMAMENTO que surgiu como instrumento mirífico para enfrentar o surto da violência e criminalidade trouxe no bojo do seu artigo 35 a seguinte redação transcrita in verbis:
Art. 35. É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei.
§ 1º Este dispositivo, para entrar em vigor, dependerá de aprovação mediante referendo popular, a ser realizado em outubro de 2005.
§ 2º Em caso de aprovação do referendo popular, o disposto neste artigo entrará em vigor na data de publicação de seu resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Então, na data marcada houve o referendo popular em que 63,94% da população que foi às urnas votou a favor da comercialização de armas de fogo, ou seja, implicitamente, por maioria absoluta o povo decidiu contra o DESARMAMENTO.
A nossa Constituição Federal estabelece que todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido, contudo, a vontade popular em possuir uma arma de fogo para se defender praticamente fora barrada, ou pelo menos extremamente dificultada. A comercialização continuou permitida, mas permaneceram em vigor todas as restrições ao porte e à compra de armas de fogo previstas no Estatuto do Desarmamento. Hoje em dia, para alguém ter uma arma de fogo registrada e para mantê-la apenas em sua residência, passa por grande burocracia e protocolo que quase nenhum trabalhador consegue sobrepor.
O desarmamento veio para o seio da sociedade como uma espécie de gigantesca medusa. O temor de ser atingido pela Lei vem matando a esperança do povo por uma segurança justa. A demagogia tenta liquidar a democracia através da ação insidiosa de tirar-lhe o direito de defesa própria e da sua família. O projeto desarmamento tornou-se pérfido na medida em que foi contra a vontade popular.
A criminalidade se combate através de um conjunto de políticas públicas sérias e efetivas nos planos do desenvolvimento social, além das medidas administrativas no âmbito dos órgãos ligados à segurança pública com a ajuda da comunidade e a força da adesão da própria sociedade, destinando de forma firme e constante os projetos inerentes, não com a simples deposição ou apreensão das armas de fogo dos cidadãos de bem, dos trabalhadores, deixando-os cada vez mais vulneráveis às ações dos marginais.”
-
* Roberto B. Parentoni - Advogado Criminalista – www.parentoni.com – militante desde 1991, parecerista e autor de livros jurídicos, especialista em Direito e Processo Penal, fundador do IBRADD – Instituto Brasileiro do Direito de Defesa e atual presidente do IDECRIM – Instituto Jurídico Roberto Parentoni – www.idecrim.com.br
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Cartilhas Direitos Humanos





A

B

C
Cidadania, Cartilha de Olho na
Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal
Constituição do Brasil, Cartilha O que é a
Rede Brasileira de Educação em Direitos Humanos
Conselhos de Direitos Humanos, Cartilha dos
Diretrizes de criação de Conselhos Estaduais e Municipais
Rede Estadual de Direitos Humanos RN
Conselhos Estaduais e municipais de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, Diretrizes Para criação de 
Centro de Direitos Humanos e Memória Popular CDHMP
Rede Estadual de Direitos Humanos RN
Rede direitos Humanos e Cultura DHnet
Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Direitos Humanos
Cláusula Democrática e de Direitos Humanos, Cartilha 
Uma ferramenta para proteger, promover e respeitar os direitos humanos no contexto das relações comerciais e de investimentos
Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais DhESC Brasil
PDF 0,33 MB 
Cidadania, Cartilha da
A Cidadania ao Alcance de todos - Paraná
PDF 0,28 MB 
Cidadania, Cartilha da Cidadania
Adebal Ferreira Silva, Rio Grande do Norte
Cidadania, Cartilha da
A Cidadania ao Alcance de Todos
PDF 0,28 MB 
Conte para a Ouvidoria, Nós contamos com você - Ouvidoria Policia de 
Cartilha e Guia de fontes para Radialistas – SENASP/SEDH
PDF 0,48 MB 
Cidadania, o Direito de ter Direitos 
Juiz de Fora MG, 2007
PDF 0,71 MB 
Cotas Raciais: Por que Sim?IBASE, 2008
PDF 0,96 MB 
Convenção 151 - Um grande avanço para as relações de trabalho no serviço públicoCUT Organização Internacional do Trabalho OITPDF 7,91 MB 
 Crianças e Adolescentes primeiro!
Cartilha de Ziraldo, Associação Nacional dos Defensores públicos, 2011
PDF PDF 2,70 MB 

D
Direitos Humanos, Os - Cartilha de Ziraldo
Ziraldo e a turma do Menino Maluquinho,descobrem junto com você o que são os tão falados Direitos Humanos – SEDH 2008
PDF 2,66 MB 
Defensores dos Direitos Humanos, Cartilha da ONU
Protegendo o Direito para Defender os Direitos Humanos Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos ONU
PDF 0,32 MB 
Direito Humano à Memória e à Verdade no Brasil, Pelo
Movimento Nacional de Direitos Humanos MNDH
PDF 0,28 MB 
Direitos Humanos – Tudo a ver com a nossa vida 
Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo CDHPF
PDF 1,05 MB 
Direitos do Cidadão, Cartilha dos 
Relacionamento entre Cidadão, Polícia, Juiz, Promotor e Defensor Público
PDF 0,14 MB 
Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivo, Cartilha Ministério da Saúde, 2006
PDF 0,97 MB 
Direitos Vêm, Cartilha Nossos
Vamos fazer a Lei saltar do papel para a vida
Defensores de Direitos Humanos, Cartilha de autoproteção para
Secretaria Especial dos Direitos Humanos SEDH
PDF 0,18 MB 
Defensores de Direitos Humanos, Cartilha
Programa Nacional de Proteção dos Defensores de Direitos Humanos
Secretaria Especial dos Direitos Humanos SEDH
PDF 0,1 MB 
Direitos Humanos, Cartilha Construindo
Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Diocese Acre
Centro de Direitos Humanos e Educação Popular Acre
Fórum DCA Acre
Direitos Humanos, Cartilha de
Perguntas e respostas sobre Direitos Humanos, Segurança Pública e Justiça
Ricardo Balestreri
Direitos Humanos, Cartilha
FASE Bahia
PDF 0,98 MB 
Direitos Humanos, Cartilha
Instituto de Acesso a Justiça RS
PDF 1,20 MB 
Direitos do Cidadão, Cartilha dos
Santa Catarina
PDF 0,25 MB 
De olho na cidadania, Cartilha
O que fazer em caso de violação dos Direitos do cidadão
Defensores dos Direitos Humanos, Cartilha
Protegendo o Direito para Defender os Direitos Humanos
Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos
PDF 0,32 MB 
Direitos do Cidadão, Cartilha dos
Santa Catarina
PDF 0,25 MB 
Direitos Humanos para todos
Sugestões de atividades para uma educação libertadora
PDF 0,34 MB 
Direitos do Cidadão, Cartilha de
Relacionamento entre Cidadão, Polícia, Juiz, Promotor e Defensor Público
José Carlos Buzanello e Osvaldo Agripino Castro Jr.
PDF 0,18 MB 

G

L
Lei Maria da Penha, Cartilha
Coíbe a violência doméstica e familiar contra a Mulher
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres 2006
PDF 0,36 MB 

M
Cláusula Democrática e de Direitos Humanos
PDF 0,33 MB 

O

ONU Sistema Global, Cartilhas e Manuais
Os Direitos do Homem
Coleção Educação Política, Serviço de Assistência Rural SAR 1973PDF 0,35 MB 

Ouvidoria de Polícia, Cartilha 
Conte para a Ouvidoria, nós contamos com você - Cartilha e guia de fontes para radialistas Secretaria Especial dos Direitos Humanos SEDH SENASP MJ
PDF 0,48 MB 
Ouvidoria, Conte para a 
Cartilha e guia de fontes para radialistas
Programa de Apoio Institucional a Ouvidorias de Polícia e Policiamento Comunitário
Ministério da Justiça SENASP União Européia SEDH
PDF 0,52 MB 

P
Presos, Cartilha dos Direitos do
Grupo Tortura Nunca Mais-Bahia
Politicamente Correto e Direitos Humanos, Cartilha
Secretaria Especial dos Direitos Humanos 2004
Politicamente Correto, CartilhaArquivo ZIP - 0,38 MB 
Cultura de Paz: Estratégias, Mapas e Bússolas
INPAZ – Instituto Nacional de Educação para a Paz e os Direitos Humanos
PDF 0,83 MB 
Polícia me parou, e agora?, A 
Como se comportar e quais são seus direitos diante de uma abordagem policial? SEDH
PDF 0,55 MB 

Q
Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania Link também em Cartilhas
Uma Campanha pela Valorização dos Direitos Humanos na Televisão
PDF 0,08 MB 

R
Redução da Idade Penal: Punir é a solução? 
Mandato Marcelo Freixo Deputado Estadual - PSOL-RJ
PDF 3,37 MB 

S
Sistema Nacional de Direitos Humanos SNDH, Cartilha sobre o
Um Guia do MNDH para entender Direitos Humanos e Políticas Públicas de forma integrada
Movimento Nacional de Direitos Humanos MNDH

T
Terra, Trabalho e Moradia, Cartilha
Direitos Humanos e Econômicos

Comissão de Cidadania e Direitos Humanos Assembléia Legislativa RS
Tribunal Penal Internacional, Cartilha O que é o
Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal
Todos têm direito a ter direitos, Cartilha sobre os direitos do cidadão 
Conselho Estadual de Direitos Humanos MT e PFDC
PDF 2,14 MB 

V
Violência no Trabalho 
Reflexões, Conceitos e Orientações
PDF 5,37 MB 
Fonte: Dhnet

sexta-feira, 27 de abril de 2012

DVD - CURSO COMPLETO: Prática da Advocacia Criminal


 NOVIDADE !!!


Ao adquirir o Curso completo você receberá por email


Certificado de Extensão válido como atividade complementar


e Modelos de petições atualizadas


Conteúdo dos DVD's:



- O ESCRITÓRIO DO(A)  CRIMINALISTA

- O INQUÉRITO POLICIAL NA VISÃO DA DEFESA

- O PROCESSO E AS DEFESAS CRIMINAIS

- TÁTICA E TÉCNICA NO PLENÁRIO   DO JÚRI

- OS RECURSOS CRIMINAIS NAS SUAS INSTÂNCIAS






* Todo o conteúdo está atualizado dentro da prática da advocacia.
Curso Ministrado:
Dr. Roberto Bartolomei Parentoni é Advogado
Criminalista - www.parentoni.com - militante
há mais de 21 anos, parecerista, professor,
palestrante e autor de livros e artigos jurídicos,
especialista em Direito e Processo Penal,
membro da Ordem dos Advogados do Brasil
- OAB, da Associação dos Advogados de São
Paulo - AASP, do Instituto Brasileiro do Direito
de Defesa- IBRADD e atual presidente
do IDECRIM.

Duração BOX/DVD: 258:80 min.

Valor do investimento R$ 155,90 + correio