quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O criminalista Dr. Osvaldo Serrão agradece o carinho, as orações e as mensagens de solidariedade que recebeu de diversas partes do país, após a cirurgia de emergência que se submeteu no último sábado (19).


Serrão agradece pela solidariedade de todos

Dr. Serrão e sua esposa, Kelem
O criminalista Dr. Osvaldo Serrão agradece o carinho,
as orações e as mensagens de solidariedade que recebeu
de diversas partes do país, após a cirurgia de emergência
que se submeteu no último sábado (19).

“Agradeço aos colegas advogados; magistrados; membros do
Ministério Público; clientes; e, em especial, ao jurista
Pierpaolo Bottini;  ao ex-presidente da OAB de São Paulo, Luiz Flávio Borges D'Urso; e aos advogados criminalistas Márcio Thomaz Bastos e
 Roberto Parentoni”, disse.

O advogado ressalta o talento dos seus médicos
Dr. Augusto Age Tavares
e Dr. Antônio Bentes Horta.

“Não posso deixar de agradecer também a dedicação de toda a equipe do
Hospital Saúde da Mulher, pelo atendimento top de linha”, comentou.

Serrão se recupera bem, e afirma que logo voltará ao trabalho, e com carga total.

“Essa cirurgia foi apenas um alerta do meu organismo, pelo excesso de trabalho e
dedicação extrema a minha profissão”, explicou.

Defesa de Elize Matsunaga deu "um tiro no pé", diz advogado de modelo que prestou depoimento nesta quarta-feira Para Roberto Parentoni, do escritório PSN - Parentoni Santos Nascimento


Advogado: defesa de Elize tenta desqualificar amante de Matsunaga

30 de Janeiro de 2013  15h02  atualizado às 17h44

VAGNER MAGALHÃES
Direto de São Paulo
O depoimento de Nathalia Vila Real Lima - que manteve um caso extraconjugal com Marcos Kitano Matsunaga, assassinado em maio do ano passado - foi marcado pela tentativa de desqualificá-la como testemunha e caracterizá-la como prostituta, na opinião de seu advogado, Roberto Parentoni. Segundo ele, a defesa de Elize Matsunaga, mulher da vítima, deu "um tiro no pé" durante os questionamentos feitos à sua cliente. Nathalia foi ouvida por cerca de uma hora e meia.
"Resumidamente a defesa deu um tiro no pé. A Nathalia foi arrolada pela defesa com perguntas impertinentes ao caso", disse ele. O advogado deu a entender que, durante o tempo todo, a defesa de Elize tentou caracterizar Nathalia como prostituta. "Foram perguntas impertinentes ao caso. Que horas saía, que hora entrava em casa. Isso para desmoralizar a mulher. Infelizmente, a gente vê isso. Às vezes a mulher é mal interpretada", disse ele.
O advogado exemplificou a situação com a de uma pessoa que é submetida a um teste de DNA para verificar a paternidade. "Você denigre a imagem da mulher. A questão é se é filho ou não é filho. Se a mulher é ou não é, é uma questão pessoal. A questão é como era o relacionamento do Marcos com a Natália e como ela vivia com a Elize", disse Parentoni.
Durante o seu depoimento, Nathalia afirmou que esteve com Matsunaga na véspera do crime e que ele deu dinheiro a ela para a blindagem de seu carro. "Foi um pedido do Marcos para a segurança da Nathalia", afirmou o advogado.
Ela disse ao juiz Adilson Paukoski Simoni que Matsunaga sempre foi carinhoso com ela e quem sabe "poderiam viver juntos". "A vida da moça mudou de uma hora para a outra. Ela tem muito medo. De se expor, de as pessoas a reconhecerem na rua. Parou a vida dela", afirmou Parentoni.
Empresário é esquartejado
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio deste ano. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo apuração inicial, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado.
Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Eles eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem.
Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.
Em depoimento, dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha.
No dia 19 de junho, o juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Júri no Fórum da Barra Funda, aceitou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e decretou a prisão preventiva da acusada.
Fonte: Portal Terra

Defesa de Elize Matsunaga deu "um tiro no pé"

Defesa de Elize Matsunaga deu "um tiro no pé", diz advogado de modelo que prestou depoimento nesta quarta-feira - Para Roberto Parentoni, do escritório PSN - Parentoni Santos Nascimento

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Cidade de São Paulo completa 459 anos

No dia 25 de janeiro é comemorado o Aniversário de São Paulo. Dia de festa para os paulistanos, com grandes shows e eventos espalhados pela cidade. Em 25 de janeiro de 1554, os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram o Colégio dos Jesuítas, com a intenção de estabelecer um colégio para a educação dos indígenas da região. O Pátio do Colégio, no centro da cidade, é considerado o marco zero da fundação de São Paulo. A cidade recebeu esse nome pois no dia 25 de janeiro a igreja católica celebra a conversão do Apóstolo Paulo, tornando-se São Paulo e, assim, dando seu nome à cidade.

Parabéns SP


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A certeza em matéria Criminal



Em leitura do livro, “Advocacia Criminal” de Manoel Pedro Pimentel, compartilho:

 


Se é verdade que ao juiz criminal está assegurado o livre convencimento diante da verdade processual, não menos exato é que esse livre convencimento, essa convicção objetiva, deve ser motivado na sentença, indispensável em toda decisão de caráter penal.

 


A certeza criminal, ensinam os tratadistas, não é senão uma firme e completa persuasão. É um convencimento que tem em seu favor um máximo de probabilidade e um mínimo de dúvida.

 


Por isso é que MALATESTA (A Lógica das Provas em Matéria Criminal), na abertura do seu livro conhecido (pág.19), adverte que “a certeza não é a verdade, é um estado de alma, que pode, em virtude de nossa imperfeição, não corresponder à verdade objetiva”.

 


Quando nos autos permitem duas conclusões, igualmente arrimadas na prova, ambas escoradas por inícios em seu prol, não chegará o juiz ao estado de certeza.

 


E, é preciso convir, em havendo duas versões, uma a favor e outra contra o acusado, igualmente acomodadas na melhor prova dos autos, não poderá o juiz chegar ao exigido estado de certeza.

 


Se o exame dessa soma de provas não permitir a exclusão de uma hipótese favorável ao acusado, e esta permanecer válida e firme, suscitando aquela dúvida que truba a serenidade da consciência, como a pedra que forma círculos ao cair nas águas plácidas de um lago, a solução terá que pender necessariamente para favorecimento do acusado, em face da dúvida que sempre o beneficia.

 


Em favor deste pesa a presunção de inocência, muito embora a prática forense insista no diminuir a importância desse axioma.

 


Fraternal Abraço…

Roberto Parentoni